Muitos investidores acreditam que quanto maior o número de ativos na carteira, maior será a proteção contra as oscilações do mercado. No entanto, a realidade do mercado financeiro pode surpreender, mostrando que a quantidade de papéis nem sempre significa uma estratégia segura.
O mito da quantidade nos investimentos
A crença popular de que espalhar o capital por dezenas de empresas elimina os riscos costuma ignorar a correlação entre os ativos. Quando o investidor adquire muitas ações sem critério técnico, corre o sério risco de comprar papéis que respondem aos mesmos estímulos econômicos.
Como funciona a verdadeira diversificação
Especialistas em finanças apontam que ter dez papéis bem selecionados, pertencentes a setores completamente diferentes e descorrelacionados, pode oferecer uma proteção muito superior do que acumular trinta empresas do mesmo segmento.
A armadilha da sobreposição de ativos
Comprar ações de companhias que enfrentam os mesmos desafios macroeconômicos apenas dilui o potencial de retorno sem mitigar o risco real de perdas expressivas.
Portanto, a qualidade da análise setorial e a escolha criteriosa dos ativos superam amplamente o volume total de empresas presentes no portfólio.
