'Não tem gente para trabalhar, então preciso botar máquinas', diz fundador da Le Petit Macarons

Escassez de trabalhadores força varejo a apostar na automação

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A falta de funcionários no mercado de trabalho tem impactado diretamente diversos segmentos econômicos no Brasil, exigindo adaptações rápidas dos empresários. No setor de franquias e no varejo, a saída encontrada por muitos gestores tem sido a substituição da força humana por tecnologia para garantir a continuidade das operações.

Estratégias diante da crise de pessoal

Questionado sobre o cenário atual de desabastecimento de profissionais, Roger Coelho, cofundador e diretor de novos negócios da rede de franquias Le Petit Macarons, opta por focar na resolução prática do problema em vez de analisar suas causas políticas ou estruturais. Para ele, o foco do empresário deve estar na manutenção dos negócios.

A aposta na tecnologia

Diante da dificuldade para preencher vagas, a saída encontrada pela marca foi investir em inovação para suprir o déficit de colaboradores nas operações diárias. “Não tem gente para trabalhar, então preciso botar máquinas”, resume o executivo ao explicar a transição para modelos mais automatizados.

Foco em resultados práticos

Para Coelho, lamentar o cenário econômico não traz retorno financeiro nem resolve os gargalos operacionais enfrentados pelas empresas atualmente. “Ou você fica chorando ou dá jeito de vender lenço”, afirma o diretor sobre a necessidade de adaptação rápida.

A postura adotada pela rede de doces reflete um movimento mais amplo no mercado brasileiro, onde empresas de diferentes portes buscam na modernização tecnológica uma alternativa definitiva para driblar a escassez crônica de mão de obra.

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