O dirigente máximo do futebol mundial, Gianni Infantino, buscou apoio junto à administração de Donald Trump para conseguir uma autorização de trabalho para sua empregada doméstica. A funcionária, que é natural da Nicarágua, havia perdido o status legal nos Estados Unidos, conforme revelado por uma reportagem do jornal New York Post.
Bastidores da solicitação na Casa Branca
A situação ocorreu após o governo americano revogar a documentação que permitia a permanência e a atuação profissional da trabalhadora no país. Diante do impasse migratório, o líder da Fifa acionou canais governamentais da gestão de Trump para tentar reverter o quadro e garantir a regularização da empregada.
Impacto e repercussão do caso
O envolvimento do presidente da entidade máxima do esporte em questões burocráticas de cunho pessoal chamou a atenção da imprensa internacional. O episódio expõe os bastidores das relações políticas mantidas por figuras de alto escalão do esporte global com líderes de superpotências mundiais.
Até o momento, não foram divulgados novos desdobramentos oficiais sobre o status definitivo do visto da funcionária nicaraguense após a intervenção solicitada pelo dirigente esportivo junto ao governo dos Estados Unidos.
